Medicina integrativa propõe nova abordagem medicinal

 
 

Médica de Brasília, Drª Priscilla Dutra coleciona cases de sucesso: “a cada paciente uma vitória!”

Uma nova proposta de tratamento tem conquistado cada dia mais pessoas no Brasil e no mundo.  O foco principal não é mais a doença, mas sim o paciente inteiro. Equilibrar mente corpo e espírito, essa é a proposta da medicina integrativa. A abordagem surgiu na década de 70 e propõe uma revolução na prática médica.

A médica de Brasília, Priscilla Dutra, é especialista em medicina integrativa. Ela conta que se encantou pelos princípios do tratamento quando ela mesma começou a segui-lo. “Comecei a me tratar com suplementos e conceitos advindos dessa especialidade e senti uma grande diferença! A partir daí senti segurança e percebi o quanto tudo aquilo era inovador e eficaz. O quanto poderia salvar e ajudar muitas pessoas. Com isso,  resolvi estudar e me especializar na construção de um conhecimento novo, completamente diferente do que prega a medicina tradicional”, contou a médica.

Há cinco anos atuando como especialista em medicina integrativa, Priscilla Dutra coleciona cases de sucesso. “A cada novo paciente uma vitória. Tenho boas histórias para contar em diversas áreas, desde um paciente com câncer que melhora muito a qualidade vida com o tratamento até pessoas que eram obesas e conseguiram emagrecer”, disse.

O mais interessante é que a medicina integrativa utiliza os mesmos princípios para qualquer tipo de tratamento.  “A proposta é promover a desintoxicação, reequilibro, reposição de vitaminas, minerais, antioxidantes e o que for necessário dependendo de cada caso”, afirmou a médica. 

Segundo Priscilla Dutra, qualquer doença pode ser tratada com os princípios da medicina integrativa. “Ela consegue resolver até mais do que a medicina tradicional. Principalmente por abordar um pouco da medicina quântica, ir na causa da doença e não nos sintomas. Tudo fica muito mais fácil e descomplicado”.

O tratamento só não é indicado para aqueles que precisam de intervenções rápidas com uso de medicamentos químicos pesados. No entanto, de acordo com a médica, após a emergência, nada impede que o paciente busque a medicina integrativa para complementar o tratamento tradicional. “A cura, segundo a medicina integrativa, não vem de fora, mas de dentro. Remédios, tratamentos, cirurgias são necessários para acelerar a recuperação, mas não são tudo e nem podem fazer todo o trabalho sozinhos. O equilíbrio de corpo e espírito é que permite a cura completa. Para medicina integrativa, a cura não significa ausência de doença e sim o  restabelecimento do bem-estar físico, mental e social do paciente”, finalizou Priscilla Dutra. 

Os princípios da Medicina Integrativa

• Uma parceria entre o paciente e o médico no processo de cura.
• Uso apropriado de métodos e terapias oriundos da Medicina Convencional e de Sistemas Médicos Tradicionais para facilitar o processo inato de cura.
• Consideração de todos os fatores que influenciam a manutenção da saúde e o aparecimento das doenças, incluindo-se o corpo, a mente e o espírito, bem como a comunidade (suporte social).
• Uso de métodos e terapêuticas naturais, efetivas e não invasivas sempre que possível.
• Utilização de conceitos cientificamente atestados na promoção da saúde e na prevenção
e tratamento das doenças.
• O estabelecimento de uma abordagem interdisplinar e transcultural comprometida com o processo de autoconhecimento e desenvolvimento.
• Reconhecimento que a boa medicina deve ser baseada em boa ciência, devendo ser investigativa e aberta a novos paradigmas.

[Reprodução de reportagem publicada na imprensa online.]